Morretes, Antonina, Paranaguá e Guaratuba aos poucos saem do isolamento, mas acesso ainda é precário. Ponte sobre o Rio Sagrado foi uma das que ruiu com a força das águas: sem previsão de liberação. Mais polícia em Morretes, Antonina e Paranaguá A situação dos municípios do Litoral mais atingidos pelas fortes chuvas desde a noite de quinta-feira passada é calamitosa. Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaratuba passaram praticamente dois dias isolados por conta da queda de pontes e barreiras nas rodovias de acesso. Neste último fim de semana já era verificado a falta de itens básicos. Combustível e água potável já faltavam. No meio da tarde de ontem o acesso pela BR-277, que teve três pontes caidas com o temporal, aos poucos era liberado, mas no final da tarde foi novamente interditado completamente.
O município de Morretes, o mais atingido, decretou estado de calamidade pública na tarde de ontem. A medida demonstra a gravidade do desastre que se abateu sobre a cidade em razão das fortes chuvas dos últimos dias. Segundo dados da Defesa Civil do Estado, 15.178 pessoas foram afetadas na localidade. Deste total, 8 mil estavam desalojadas e 680 desabrigadas. Conforme dados atualizados no meio da tarde de domingo, uma pessoa estava desaparecida.
Antonina contabilizava 300 pessoas desalojadas e 140 desabrigadas. Na cidade aconteceram duas mortes por desmoronamento. Em Paranaguá, 40 residências foram destruídas. Com isso 147 pessoas estavam desabrigadas e 103 desalojadas. Além disso, a cidade ficou com o abastecimento de água comprometido. A Prefeitura decretou estado de emergência desde a sexta-feira. Guaratuba e São José dos Pinhais foram outros municípios afetados pelas chuvas, mas os impactos foram muito menores.
Estradas — Os dois principais acessos para o Litoral do Paraná, a BR-277 e a BR-376, estavam interditadas desde a manhã de sexta-feira. Na BR-277, três pontes foram arrastadas pela força das águas, além de quedas de barreira. Na BR-376, as quedas de barreira também bloquearam a rodovia até o sábado.
Na BR-277, a Concessionária Ecovia trabalhou para criar desvios no Km 13, onde a pista no sentido Curitiba cedeu; no Km 18, onde houve queda da ponte sobre o Rio Jacareí; no Km 24, onde a ponte sobre o Rio Sagrado 1 também caiu; e no Km 26, onde as cabeceiras da ponte sobre o Rio Sagrado 3 romperam em ambos os sentidos da rodovia. No meio da tarde de ontem, foi liberado parcialmente o sentido de Paranaguá para Curitiba. Os veículos seguiam em comboio. 480 veículos conseguiram passar até as 17 horas. Mas às 17h15, a Ecovia suspendeu o tráfego na rodovia novamente devido a problemas estruturais na ponte sobre o Rio Sagrado 3. Segundo comunicado da concessionária, não há previsão de liberação da rodovia.
Na BR-376, o trecho de serra tinha pelo menos dez pontos de deslizamento e queda de barreira. No sábado foi liberado uma faixa em cada sentido da rodovia. No domingo, duas faixas para Curitiba e uma para Santa Catarina estavam liberados. Mesmo assim, os trajeto era feito lentamente. Houve formação de filas durante todo o fim de semana. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recomendava que se evitasse as duas rodovias pelo risco de novos deslizamentos.
No Japão: Bebê de quatro meses é encontrado com vida em meio a lama de tsunami.
O bombeiro, sorrindo, carrega a menina de quatro meses. O bebê foi encontrado depois que a equipe de resgate ouviu o choro, três dias depois do tsunami. Ela estava desaparecida desde a sexta-feira.
No dia da tragédia, os pais estavam dentro de casa abraçados com bebê. A onda gigante invadiu a casa. Com a força da água, a menina foi arrastada. Não há informações sobre a mãe da criança, mas o bebê foi entregue ao pai.
O bebê foi encontrado em Ishinomaki, no nordeste do Japão. No mesmo vilarejo houve outro resgate, de um homem que ficou preso nos destroços durante cinco dias. Ele foi resgatado hoje.
Ainda há muitos lugares que estão isolados, onde só é possível chegar de barco.
Nas cidades mais destruídas pelo tsunami equipes de resgate trabalham sem parar tentando encontrar sobreviventes. Procuram em meio a lama, entulho, chamam por pessoas dentro das casas.
Também hoje, uma senhora de 75 foi encontrada com vida dentro de casa. O filho dela já havia tentado resgatá-la, mas como há muito entulho, não conseguiu chegar até a mãe. A mulher sofreu hipotermia, foi levada ao hospital, mas não corre risco de morrer.
Na região de Myagi, três pessoas que estavam presas dentro de um carro por 20 horas foram resgatadas. A lama do tsunami impedia os sobreviventes de abrir a porta do carro.
Morretes, Antonina, Paranaguá e Guaratuba aos poucos saem do isolamento, mas acesso ainda é precário.
ResponderExcluirPonte sobre o Rio Sagrado foi uma das que ruiu com a força das águas: sem previsão de liberação.
Mais polícia em Morretes, Antonina e Paranaguá A situação dos municípios do Litoral mais atingidos pelas fortes chuvas desde a noite de quinta-feira passada é calamitosa. Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaratuba passaram praticamente dois dias isolados por conta da queda de pontes e barreiras nas rodovias de acesso. Neste último fim de semana já era verificado a falta de itens básicos. Combustível e água potável já faltavam. No meio da tarde de ontem o acesso pela BR-277, que teve três pontes caidas com o temporal, aos poucos era liberado, mas no final da tarde foi novamente interditado completamente.
O município de Morretes, o mais atingido, decretou estado de calamidade pública na tarde de ontem. A medida demonstra a gravidade do desastre que se abateu sobre a cidade em razão das fortes chuvas dos últimos dias. Segundo dados da Defesa Civil do Estado, 15.178 pessoas foram afetadas na localidade. Deste total, 8 mil estavam desalojadas e 680 desabrigadas. Conforme dados atualizados no meio da tarde de domingo, uma pessoa estava desaparecida.
Antonina contabilizava 300 pessoas desalojadas e 140 desabrigadas. Na cidade aconteceram duas mortes por desmoronamento. Em Paranaguá, 40 residências foram destruídas. Com isso 147 pessoas estavam desabrigadas e 103 desalojadas. Além disso, a cidade ficou com o abastecimento de água comprometido. A Prefeitura decretou estado de emergência desde a sexta-feira. Guaratuba e São José dos Pinhais foram outros municípios afetados pelas chuvas, mas os impactos foram muito menores.
Estradas — Os dois principais acessos para o Litoral do Paraná, a BR-277 e a BR-376, estavam interditadas desde a manhã de sexta-feira. Na BR-277, três pontes foram arrastadas pela força das águas, além de quedas de barreira. Na BR-376, as quedas de barreira também bloquearam a rodovia até o sábado.
Na BR-277, a Concessionária Ecovia trabalhou para criar desvios no Km 13, onde a pista no sentido Curitiba cedeu; no Km 18, onde houve queda da ponte sobre o Rio Jacareí; no Km 24, onde a ponte sobre o Rio Sagrado 1 também caiu; e no Km 26, onde as cabeceiras da ponte sobre o Rio Sagrado 3 romperam em ambos os sentidos da rodovia.
No meio da tarde de ontem, foi liberado parcialmente o sentido de Paranaguá para Curitiba. Os veículos seguiam em comboio. 480 veículos conseguiram passar até as 17 horas. Mas às 17h15, a Ecovia suspendeu o tráfego na rodovia novamente devido a problemas estruturais na ponte sobre o Rio Sagrado 3. Segundo comunicado da concessionária, não há previsão de liberação da rodovia.
Na BR-376, o trecho de serra tinha pelo menos dez pontos de deslizamento e queda de barreira. No sábado foi liberado uma faixa em cada sentido da rodovia. No domingo, duas faixas para Curitiba e uma para Santa Catarina estavam liberados. Mesmo assim, os trajeto era feito lentamente. Houve formação de filas durante todo o fim de semana. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recomendava que se evitasse as duas rodovias pelo risco de novos deslizamentos.
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ResponderExcluirNo Japão:
ResponderExcluirBebê de quatro meses é encontrado com vida em meio a lama de tsunami.
O bombeiro, sorrindo, carrega a menina de quatro meses. O bebê foi encontrado depois que a equipe de resgate ouviu o choro, três dias depois do tsunami. Ela estava desaparecida desde a sexta-feira.
No dia da tragédia, os pais estavam dentro de casa abraçados com bebê. A onda gigante invadiu a casa. Com a força da água, a menina foi arrastada. Não há informações sobre a mãe da criança, mas o bebê foi entregue ao pai.
O bebê foi encontrado em Ishinomaki, no nordeste do Japão. No mesmo vilarejo houve outro resgate, de um homem que ficou preso nos destroços durante cinco dias. Ele foi resgatado hoje.
Ainda há muitos lugares que estão isolados, onde só é possível chegar de barco.
Nas cidades mais destruídas pelo tsunami equipes de resgate trabalham sem parar tentando encontrar sobreviventes. Procuram em meio a lama, entulho, chamam por pessoas dentro das casas.
Também hoje, uma senhora de 75 foi encontrada com vida dentro de casa. O filho dela já havia tentado resgatá-la, mas como há muito entulho, não conseguiu chegar até a mãe. A mulher sofreu hipotermia, foi levada ao hospital, mas não corre risco de morrer.
Na região de Myagi, três pessoas que estavam presas dentro de um carro por 20 horas foram resgatadas. A lama do tsunami impedia os sobreviventes de abrir a porta do carro.
Eduarda SR
15/03/11
HOJE NO DIA 23 DE MARÇO É O DIA DA ÁGUA E PARTE DA POPULAÇAO DO LITORAL ESTÁ SEM ÁGUA QUE COISA NÉ A COISA TA FEIA
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